Sindicato da Construção levou música e flores a mulheres trabalhadoras

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Em comemoração ao “Dia Internacional da Mulher”, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Piracicaba (Sinticompi) levou música e flores a mulheres trabalhadoras da Manetoni e da Master Móveis, nesta quinta-feira, dia 8 de março, no período da manhã, como forma de reverenciar a importância da mulher na categoria. As primeiras a serem homenageadas, logo pela manhã, foram as da Manetoni, enquanto que próximo à hora do almoço, a homenagem foi feita às cerca de 330 trabalhadoras da Máster Móveis, que trabalham na fabricação de móveis. Neste próximo sábado, dia 10, as homenagem às trabalhadoras desta empresa tem continuidade, quando elas serão recebidas, antes de entrarem no trabalho, com café da manhã.

Ao som de violino, os diretores do sindicato, Edson Batista dos Santos e Everton Eduardo Eleotério, acompanhados de assessores da entidade, entregaram botões de rosa às trabalhadoras, que não esconderam a felicidade com a iniciativa.

A intenção desta ação, como destaca o diretor Edson Batista dos Santos, é de, ao mesmo tempo, fazer homenagem à mulher, mas também provocar uma reflexão sobre o papel delas neste início do século XXI. “As mulheres, graças, principalmente a própria luta delas, conseguiram avançar bastante, mas ainda, boa parte, sofre com a dupla jornada de trabalho, com a incompreensão do companheiro, e até com a discriminação que, não podemos negar, existe sim e tem que ser combatida, afinal a mulher é uma grande parceira do homem. O que seríamos de nós sem elas”, ressalta.

Este é o quarto ano consecutivo que a entidade prestou homenagem à mulher do setor, destaca o presidente do sindicato, Milton Costa, ressaltando que a intenção é de visitar todas as empresas, mas isso é praticamente impossível em função da própria estrutura. “No entanto, a homenagem que fizemos é extensiva a todos, elas merecem muito mais, e o nosso sindicato tem procurado, ao longo dos anos, dar atenção especial às mulheres trabalhadoras, buscando garantir os mesmos salários e oportunidades. Não fazemos e não aceitamos nenhum tipo de diferença. Sabemos que temos que avançar bastante, mas acreditamos que estamos no caminho certo”, conclui.